Possível sinal de vida em Marte? NASA faz descoberta intrigante

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Desde seu pouso em Marte, o  jipe-sonda Curiosity  da NASA vem acumulando novas descobertas interessantes. Mas sua descoberta mais nova pode acabar sendo o santo graal das descobertas planetárias. O jipe-sonda Curiosity da NASA perfurou um buraco na Cratera Gale de Marte, e o pó desse buraco estava enriquecido em carbono-12. NASA/Caltech-JPL/MSSS. O robô do tamanho de um carro detectou recentemente uma assinatura de carbono em amostras de rochas da superfície de Marte. Essa mesma assinatura está associada a processos biológicos na Terra e pode indicar que há alguma forma de vida no Planeta Vermelho. Mas antes de chamar isso de assinatura da vida, os cientistas estão tentando entender o que mais pode estar por trás do carbono em Marte. Evidências crescentes sugerem que Marte pode ter sido habitável em algum momento de seu passado, com água em sua superfície e temperaturas mais quentes. Os resultados foram detalhados em  um estudo  publicado terça-feira no   Proceedings of the National A

Este mapa antigo de Júpiter muda a história

Um historiador decodificou um misterioso tablete astronômico antigo da Babilônia.  Após análise do tablete de argila, foi concluído que os astrônomos babilônios tinham calculado os movimentos de Júpiter, usando uma forma antiga de cálculo geométrico.

Lembre-se que isso ocorreu há aproximadamente 1.400 anos antes deste tipo de matemática ter sido “inventado” pelos europeus.

O tablete foi traduzido pelo astroarqueólogo Matthieu Ossendrijver, da Universidade de Humbolt, em Berlim. 

Como o site Science Alert demonstra:

“Isto significa que estes antigos astrônomos da Mesopotâmia não só tinham calculado como prever as trajetórias de Júpiter há mais de 1.000 anos antes da existência dos primeiros telescópios, como também estavam usando técnicas matemáticas que formariam os alicerces do cálculo moderno, tal como o conhecemos.”

Esta é uma grande descoberta. O tablete é um de centenas que foram escavados durante o século XIX.  Antropólogos e arqueólogos têm estado trabalhando por mais de cem anos, tentando decodificar todos eles.  Os tabletes são de aproximadamente 100, ou 200 A.C.

O tablete mostra que os antigos astrônomos usaram o tempo para calcular a velocidade e a distância de um objeto celestial.  Acontece que os babilônios estavam traçando a trajetória de Júpiter numa quantidade de tempo específica. Eles conseguiram isto através da mensuração de sua velocidade a cada dia, e usando um ‘atalho’ geométrico muito avançado, o qual os permitiu mensurar a velocidade do planeta no primeiro e no sexagésimo dia de mensuração, o que os deu a distância que o planeta viajou.

“Isto abriria novas formas de calcular o movimento, as quais eles poderiam aplicar em outros planetas, outras partes dos movimentos de Júpiter…  Não temos exemplos disso… Temos somente estes quatro tabletes e eles todos lidam com Júpiter – e eles todos lidam com o mesmo segmento de 60 dias.  Isto é muito estranho.” 

Através do cálculo da área dentro do trapezoidal, os astrônomos antigos puderam descobrir onde o planeta estaria no céu.  Este é o mesmo elo entre a velocidade e deslocamento ensinados em aulas introdutórias de Cálculo.

Mapa de Júpiter da Babilônia 2

New Scientist aponta que estudiosos da Faculdade Merton de Oxford e em Paris durante o Século XIV são “tipicamente creditados com a mesma visão sobre a velocidade e deslocamento.  Eles até mesmo conectaram isto à uma forma trapezoidal.  Estas ideias foram as antecedentes do Cálculo, desenvolvidas por Newton e Leibniz – mas os babilônios as tinham muito antes.”

É sensacional o quão pouco nós na verdade sabemos sobre as civilizações antigas que uma vez dominavam nosso planeta.  Pelo que sabemos, eles eram extremamente avançados, possivelmente até mesmo mais avançados do que os humanos modernos.

O que é ainda mais interessante é que muitas destas culturas antigas falam de ‘deuses’ que vieram do cosmos e os ensinaram este tipo de informação.

Há ainda evidência de tecnologia altamente sofisticada, mas isto é um tópico para outro artigo.

“O meu povo conta sobre o Povo das Estrelas, que veio até nós há muitas gerações.  O Povo das Estrelas trouxe técnicas espirituais, e histórias e mapas do cosmos, e ofereceram isso de graça. Eles eram bondosos, amáveis e davam um bom exemplo.  Quando eles nos deixaram, meu povo disse que houve uma solidão como nenhuma outra.” – Richard Wagamese, escritor Ojibway (Fonte)

Sempre é interessante ponderar sobre o conhecimento de civilizações antigas, e descobertas como estas sempre descartam nossas suposições anteriores da história.

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(Fonte)

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