Possível sinal de vida em Marte? NASA faz descoberta intrigante

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Desde seu pouso em Marte, o  jipe-sonda Curiosity  da NASA vem acumulando novas descobertas interessantes. Mas sua descoberta mais nova pode acabar sendo o santo graal das descobertas planetárias. O jipe-sonda Curiosity da NASA perfurou um buraco na Cratera Gale de Marte, e o pó desse buraco estava enriquecido em carbono-12. NASA/Caltech-JPL/MSSS. O robô do tamanho de um carro detectou recentemente uma assinatura de carbono em amostras de rochas da superfície de Marte. Essa mesma assinatura está associada a processos biológicos na Terra e pode indicar que há alguma forma de vida no Planeta Vermelho. Mas antes de chamar isso de assinatura da vida, os cientistas estão tentando entender o que mais pode estar por trás do carbono em Marte. Evidências crescentes sugerem que Marte pode ter sido habitável em algum momento de seu passado, com água em sua superfície e temperaturas mais quentes. Os resultados foram detalhados em  um estudo  publicado terça-feira no   Proceedings of the National A

Papiro da antiguidade revela: A “Estrela Demônio” Algol existe

Em 1943, um antigo papiro foi comprado pelo Museu do Cairo, no Egito. Ele foi escrito em hierático e, embora porções dele foram comidas por formigas, ele era um documento antigo muito precioso. 

Papiro da antiguidade revela: A "Estrela Demônio" Algol existe

O mais antigo calendário egípcio. Museu do Cairo, Egito. Os egípcios da antiguidade sabiam, há 3200 anos, sobre Algol, a Estrela Demônio

O papiro continha três livros separados sobre astronomia. Um dos livros era o Calendário Cairo, e agora ele revela um antigo segredo astronômico.

Algol, também conhecida como a Estrela Demônio, é uma estrela binária na constelação Perseu. Por centenas de anos a estrela têm sido motivo de especulação.

Uma equipe de pesquisa finlandesa agora está sugerindo que os antigos egípcios estavam familiarizados com a Estrela Demônio e seu estranho comportamento, já há 3.200 anos!

O período da estrela binária Algol era de 2.850 dias, três mil anos atrás. Por razões religiosas, os antigos egípcios registraram este período no Calendário Cairo, o qual descreve as mudanças repetitivas do Enfurecido. O Calendário Cairo pode ser o mais antigo documento histórico preservado da descoberta de uma estrela variável.

Os escribas do antigo Egito escreveram Calendários de Dias de Sorte e de Azar, que designavam prognósticos bons e ruins para os dias do ano.

Os prognósticos eram baseados em eventos mitológicos e astronômicos considerados influentes para a vida no dia-a-dia.

Algol é notável de várias formas.  Ela pareceu desafiar a regra geral da astrofísica, a qual dita que as estrelas mais massivas evoluem mais rapidamente, porque Algol A, a mais massiva, não evoluiu da sequência principal, mas a menos massiva, Algol B, já evoluiu para um estágio subgigante.

Papiro da antiguidade revela: A "Estrela Demônio" Algol existe
À medida que as duas estrelas giram, seus brilhos percebidos da Terra dão um grande mergulho a cada 2,85 dias

Este famoso “paradoxo de Algol” foi finalmente resolvido há somente meio século.  Algol A era menos massiva do que Algol B, quando estes sistema foi formado.

Papiro da antiguidade revela: A "Estrela Demônio" Algol existe
Uma das páginas de um antigo Calendário dos dias de Sorte e de Azar (curadores do Museu Britânico).  As linhas retas conectam as estrelas na moderna constelação de Perseu.  O olho denota Algol.

O brilho de Algo aumenta e diminui a cada 2.867 dias, um fenômeno primeiramente descrito na astronomia ocidental semi-moderna, por John Goodricke, que escreveu sobre o que viu a olho nu em 1783.

Embora seja altamente improvável que os antigos egípcios podiam ter conhecido que a diminuição do brilho era causada por uma das estrelas binárias passando na frente da outra, eles registravam regularmente a atividade anormal de Algol. Os movimentos da Estrela Demônio eram descritos no Calendário Cairo, o qual conseguiu sobreviver por milhares de anos.

Os antigos egípcios eram astrônomos altamente sofisticados, os quais possuíam conhecimento que os inspirava em suas vidas diárias. Os alinhamentos astronômicos também tinham um papel muito importante na orientação dos templos egípcios antigos.

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(Fonte)

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